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Enviado em 06/12/2011

A Máquina de Fazer Livros:

Gráfica catarinense conta com tecnologia de ponta para a produção de livros

Por Tiago Cidade

A Máquina de Fazer Livros
A Máquina de Fazer Livros

 

Ao inventar a prensa móvel, em 1439, o alemão Johannes Gutemberg (1398-1468) possibilitou a produção em série de livros e periódicos. Invenção que aponta o marco inicial da Revolução da Imprensa, considerado um dos eventos mais importantes na história da humanidade. Mesmo assim, o processo era lento e demorado; diferentemente da tipografia clássica, que utilizava pequenas peças de madeira ou metal descartáveis, com relevos de letras e símbolos – os tipos móveis – Gutemberg criou um modo de reaproveitar essas peças mais de uma vez. A reutilização dos mesmos tipos para compor diferentes textos se mostrou eficaz e é utilizada até os dias de hoje. Mas os processos de produção dos livros evoluíram. E muito!
Nos dias de hoje, impressoras realizam todo o trabalho em instantes. E além da transposição da tinta para o papel, realizam todo o trabalho de acabamento, com bordas, costura e capa! É o caso das linhas Diamant MC para produção de livros de capa dura. Tecnologia que já está sendo utilizada pela Coan Gráfica, de Tubarão, Santa Catarina.
A empresa adquiriu o modelo Diamant MC 60. O sistema de produção de livros em série com o equipamento garante alto nível de eficiência, tanto nas altas, como nas baixas tiragens. Com ela, é possível produzir livros de capa dura convencionais, livros de capas integrais, full-flap e até mesmo capas plásticas.A Diamant possui um controle inovador, que otimiza os movimentos de cada passo do processo para produtos específicos, aumentando dessa forma, flexibilidade e qualidade e reduzindo o tempo de ajuste. O sistema diminui os custos e aumenta a segurança da produção.
A máquina possibilita o arredondamento de alta qualidade da lombada, uma vez que, as lombadas dos blocos são aquecidas por infravermelho. Em seguida, os livros recebem duas prensagens de cada lado, o que garante o arredondamento perfeito e o vinco da capa permanente e estável.
Após a aplicação da capa, o livro ganha o formato final, na máquina de formação da junção e prensagem. A prensagem contínua e em toda a superfície proporciona a fixação permanente da forma do livro. Na formação da canaleta a quente, a temperatura e a prensagem são reguladas continuamente, o que possibilita que materiais sensíveis possam ser trabalhados de forma não agressiva. O tempo de formação de junção ou canaleta e prensagem da Diamant MC 60 só é obtido através do princípio de fluxo duplo e são fundamentais para a excepcional qualidade dos livros.
Ao lado da alta confiabilidade do processo, facilidade de operação, curtos tempos de preparação e pouca manutenção, o baixo consumo de energia também contribui para a eficiência geral do sistema.
“A máquina Diamant nos garantiu um alto nível de eficiência,tanto nas altas como nas pequenas tiragens garantindo uma qualidade fantástica em todos os trabalhos nela executados”, afirma o Gerente de Produção, Fábio Hochnadel.

Dados técnicos mínimo máximo
Velocidade mecânica 3.600 ciclos/h
Formatos blocos largura do bloco 100 mm 270mm
comprimento da lombada 100 mm 380mm
espessura do bloco 2mm 80mm
 

 

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